Rádio Buscar

A Globo congelou preços de anúncios dos seus programas e vem deixando de faturar milhões

Globo toma nova medida diante de crise, se vê obrigada a congelar preços e perde milhões

Cb image default
Divulgação

Com a grade recheada de reprises, a Globo se viu obrigada a congelar os preços para se anunciar em seus programas. Entre as atrações, produtos prestigiados como o Jornal Nacional e a faixa da novela das nove estão com valores imexíveis desde o início da pandemia.

Após o início da quarentena por causa do coronavírus, a Globo cancelou as gravações de todos os programas em seus estúdios no Rio de Janeiro e escalou reprises e enlatados para ocupar os espaços vagos em sua programação. Com isso, os preços também foram congelados já a partir de abril.

Como a crise de saúde no país seguiu impedindo a retomada dos trabalhos, a Globo voltou a fazer congelamento dos valores no início de junho, estendendo até o final do mês. Agora, o canal carioca foi além e lançou um novo plano comercial no mercado com os preços congelados até setembro, quando está prevista a volta de atrações inéditas.

Até lá, cada comercial de trinta segundos nos intervalos do Jornal Nacional continuará saindo por R$ 847.900 – é o mais caro da TV. Com a reprise de Fina Estampa, o horário das 21h – até então o mais valorizado da TV brasileira -, está custando R$ 831.900 e é o segundo de maior valor.

Se vendo obrigada a congelar preços dos anúncios veiculados em seus breaks, a Globo passou a lançar novos planos no mercado anunciante para tentar recuperar com outras ações os milhões que está perdendo com o congelamento de preços. Algumas atrações inéditas estão sendo retomadas aos poucos e Amor de Mãe deverá voltar em setembro.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.