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Dança dos técnicos: entenda as movimentações de Atlético-MG, Flamengo e Cruzeiro

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Divulgação

A dança dos técnicos movimenta o mercado da bola nesta semana que antecede 2022. Tanto no Brasil quanto na Europa, saídas e chegadas de treinadores estão agitando as torcidas de Atlético Mineiro, Cruzeiro, Flamengo, Internacional e Benfica.

No Brasil, Cuca está deixando o Galo por “decisão pessoal”, após conquistar o Brasileirão e a Copa do Brasil de 2021. Ainda em Belo Horizonte, o técnico Vanderlei Luxemburgo e outros três integrantes da comissão técnica do Cruzeiro foram demitidos do clube.

No Rio Grande do Sul, o Internacional de Porto Alegre confirmou a contratação de Alexander Medina para o cargo de treinador. No Rio de Janeiro, a expectativa fica pelo anúncio oficial do novo comandante do Flamengo. Já em Portugal, Jorge Jesus não é mais o técnico do Benfica.

Entenda as movimentações do mercado da bola:

Jorge Jesus fora do Benfica

No início da tarde desta terça-feira, o Benfica anunciou a saída de Jorge Jesus. Segundo comunicado do clube, as duas partes chegaram a comum acordo para a rescisão do vínculo. Jesus tinha contrato até junho de 2022.

Segundo a CNN de Portugal, os nomes de Pirlo, Paulo Fonseca e Renato Paiva são os mais cotados para assumir o lugar de Jorge Jesus.

Flamengo e Paulo Sousa

Antes de deixar o Benfica, Jesus também foi sondado por dirigentes do Flamengo. O rubro-negro, vice-campeão da Libertadores, procura um técnico para o lugar de Renato Gaúcho.

Apesar do desejo da torcida flamenguista pelo acerto com Jesus, o rubro-negro está perto de anunciar o também português Paulo Sousa, que tenta acertar sua rescisão contratual com a seleção da Polônia, que disputa a repescagem para a Copa do Mundo do Catar.

Saída Cuca do Atlético Mineiro

O Atlético Mineiro confirmou nesta tarde que Cuca não é mais o técnico do time. Segundo nota publicada nas redes sociais, a saída do treinador se deu após uma “decisão pessoal” de Cuca, que alegou questões familiares para serem focadas.

“Cuca alegou motivos pessoais, de ordem familiar, e disse que sua decisão era irretratável, apesar das seguidas tentativas dos dirigentes em demovê-lo e buscar um caminho no qual fosse possível conciliar as questões particulares com o trabalho”, diz o informe do Galo.

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